A gente fica constrangido, só de lembrar que essa chula e grosseira resposta partiu de um presidente da República. Mas, está em todos os veículos e sem qualquer titubeio de "sua excelência".
Não foi a primeira vez que o "mito" respondeu às necessárias questões de jornalistas com bizarrices e faltas de educação. O grosso dos fanáticos diz na internet que "ele é autêntico"...Só isso.
Então, fica combinado, não ter respostas e responder grosseiramente, com ameaças...passa a ser apenas "autenticidade". Conveniente, a Defesa. Muito tipificadora da mais cega bajulação.
O cidadão que ousa pensar fica raciocinando: e os protocolos mínimos da comunicação? E os mínimos sinalizadores da educação, para onde sua excelência quer posar como referência que todo presidente necessita ser?
Já faz muito tempo que convivemos com esses "carinhos" da eminência oficial do Brasil. Em fevereiro, deu uma " banana"para a imprensa. Em maio, mandou "calar a boca"...inocente, confundiu
resposta com pergunta: "não perguntei nada", assegurou, virando os olhos...emendando com leves expressoes: "canalha, patife"...
Está na hora de a Justiça fazer a pergunta direta sobre as questões que os meios de comunicação estão formulando. Se incomodam tanto é porque tem coisa grande debaixo desse angu, com simulações de machesa...Já vimos isso durante a Ditadura Militar, iniciada em 1964. Já no final desta, o general Newton Cruz mandou um repórter calar a boca. Eram os idos de 1983. Agora, será que a Justiça continua amarrada? Claro que R$ 89 mil para a primeira-dama foi uma "merreca, perto do milhão que a "rachadinha" forneceu à família que se acha acima do bem e do mal.
A pergunta insiste: até quando!?
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