Pesquisa do Grupo Folha de S.Paulo, realizada nos últimos dias 11 e 12, com uma amostra populacional de 2.065 pessoas, revelou o "progresso" na avaliação da imagem do presidente da República: o item "ótimo ou bom" saltou de 32 para 37 por cento - quando comparado com a postura em 23 de julho.
Salta aos olhos que a verdadeira "conversão" do nosso mandatário se firmou após a prisão do amigo íntimo e de longa data da família Bolsonaro, o generoso Fabrício Queiroz. De craque das "rachadinhas", a serviço daquela familia, o ex-policial se viu elevado ao posto de revigorador moral das comunicações e, portanto, da força de seu chefe maior.
O velho ditado diz que o mundo dá voltas...Estamos vendo, como volteia o planeta. As cabeças, então, oscilam num tortuoso roteiro de "impressões" que as cenas estudadas acima não nos deixam em dúvida: os silêncios do presidente falaram bem mais alto do que as torrenciais liberações diárias de impropérios, meias verdades, mentiras e revelações de posturas preconceituosas.
Pode-se, meio apressadamente - é claro - concluir que o erro de um componente do mesmo time pode compensar para a correção do ritmo do jogo. Quem diria: atrás das grades, para onde está retornando, o meio campista da hierarquia Bolso está jogando um bolão...nós, pagamos a remuneração de todo o time, precisamos ficar atentos. Os limites dos recursos judiciais não parecem ter temporalidade coerente com nosso tempo. Diante do discurso de que não há mais queimadas no país e que a gripezinha foi tratada com "o possível e o impossível" das forças do país, só nos resta acender velinhas em homenagem ao Santo Queiroz. Amém...
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