Por mais que haja cidadão raciocinando - se pode ser chamado isso de raciocínio - que os EUA já chegaram ao 160 mil, um volume extraordinário de mortes pela covid-19 nos alerta para um olhar mais crítico para ver onde erramos tanto.
Tantos países mais populosos tiveram menor quantidade de vítimas, como a China e a Índia, no entanto, como deixamos essa tragédia ir tão longe? Mais: Como ainda não temos perspectiva de controlar a expansão?
Tudo indica que a clássica postura de "baba-ovos" dos irmãos do Norte, especialmente o olhar devotado com nosso Mandatário os reverencia, responde por um sério descompromisso administrativo com os cuidados para inibir o crescimento da praga em nossas terras.
Não foi de lá que nossa autoridade máxima ouviu a recomendação , "afiadamente cientifica" , de que a hidroxicloroquina era "o remédio miraculoso"? Isso no dia 27 de março. O puxassaquismo oficial daqui repetiu a fórmula mágica aos trouxas "brasileiros e brasileiras" dois dias depois. Mais, muito mais do que isso: empenhou milhões para o Exército produzir o tal remedinho Mágico. Com dois agravantes: desviou dinheiro que poderia ter destino curativo eficaz na compra de equipamentos apropriados e urgentes, e deu "satisfação" aos seguidores, ansiosos por "atitudes"; com isso alcançando sucessivos aplausos do público cativo e limitado pela luz do "mito".
As sucessivas desqualificacoes da doença, se juntaram aos atos "exemplares" de andar sem máscara e se misturar com aglomerados.
Saldo triste da " gripezinha" : 100.000 mortos e mais de 3.000.000 de infectados.
E a "voz oficial" da presidência assegurando que "fez o possível e o impossivel".
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