domingo, 9 de agosto de 2020

A ‘gripezinha’ ceifou 100.000 vidas brasileiras




Por mais que haja cidadão raciocinando - se pode ser chamado isso de raciocínio - que os EUA já chegaram ao 160 mil, um  volume extraordinário de mortes pela covid-19 nos alerta para um olhar mais crítico para ver onde erramos tanto. 

 

Tantos países mais populosos tiveram menor quantidade de vítimas,  como a China e a Índia, no entanto, como deixamos essa tragédia ir tão longe? Mais: Como ainda não temos perspectiva de controlar a expansão? 


Tudo indica que a clássica postura de  "baba-ovos" dos irmãos do Norte, especialmente o olhar devotado  com  nosso Mandatário os reverencia, responde por um sério descompromisso administrativo com os cuidados para inibir o  crescimento da praga em nossas terras. 


Não foi de lá que nossa autoridade máxima ouviu a recomendação , "afiadamente cientifica" , de que a hidroxicloroquina era "o remédio miraculoso"? Isso no dia 27 de março. O puxassaquismo oficial daqui repetiu a fórmula mágica aos trouxas "brasileiros e brasileiras" dois dias depois.  Mais, muito mais do que isso: empenhou milhões para o Exército produzir o tal remedinho Mágico. Com dois agravantes: desviou dinheiro que poderia  ter destino curativo eficaz na compra de equipamentos apropriados e urgentes, e deu "satisfação" aos seguidores, ansiosos por "atitudes"; com isso alcançando sucessivos aplausos do público cativo e limitado pela luz do "mito".


As sucessivas desqualificacoes da doença, se juntaram aos atos "exemplares" de andar sem máscara e se misturar com aglomerados. 


Saldo triste da " gripezinha" :  100.000 mortos e mais de 3.000.000 de infectados.

E a "voz oficial" da presidência assegurando que "fez o possível e o impossivel".











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