sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Sintomaticamente depois de tudo...

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Outra vez, deu nos jornais: A segunda turma do STF retirou do dossiê que trazia a incriminação do ex-presidente Luiz Inácio a Delação Premiada do ex-ministro Antonio Palocci.


Era relativa à  denúncia de que o Cara recebera um imóvel de R$12 milhões para sediar o Instituto Lula. Aliás, já construído e com outro endereço.


Também o ex-candidato à Presidência da República em 2018, pelo mesmo Partido  dos Trabalhadores, teve uma acusação de crime contra o patrimônio público desconsiderada, há semanas.


Pode-se dizer que a Justiça tarda - e como -, mas pode fazer justiça depois. Pois não é que, agora estão "incomodando" um intocável ex-governador da poderosa capital paulista. E olha que ele compõe o quadro do "ético" PSDB. 


Alguém ainda se lembra de um mineirinho famoso, cognominado Aécio? Pois, não é que anda sumido do noticiário policial? Também deixou a pauta das notícias de cunho jurídico.  Sonsamente...diga-se de passagem. Pois a dinheirama afanada com certa sofreguidão continua no limbo...sem reclamar da malversação nem da troca ilícita de dono.


Sabemos que a Justiça tardia - após as eleições de 2018 (para os quadros do PT) - tinha generosa justificativa: era justa. Mas a dúvida continua pairando: foi justa na postergação pontual? Agora se espera

que tudo se acomode e se possa fazer justiça com os outros, como as "rachadinhas" generosas que permitiram a um casal "nobre" deixar de pagar, por anos, o plano de saúde e as escolaridades mensais das filhas. "Qual é o problema se o funcionário vai e paga meus boletos por dia ou  por 38 meses?"

Sua excelência acha que a mídia difamatória está procurando chifre na cabeça  de girafa...E tem.

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