Na véspera do Dia dos Pais, os jornais deram cobertura a mais uma "extensão" da rachadura da "rachadinha Queiroz - Flavinho". Depois de brindar "sem nenhum problema" (segundo o Zero 1) o saldo bancário do Filho do presidente e de sua esposa, foi manchete do jornal desse sábado o agachamento do Sr. Queiroz diante do quadro de penúria em que vivia a primeira-dama atual.
Sabe-se , agora , que o generoso senhor - funcionário do então deputado estadual Flávio Bolsonaro - se enxergou indigno de ajudar apenas o representante da população carioca ( a quem reforçava o caixa, pagando seu Plano de Saúde e as Escolaridades dos filhos - corrigidos, hoje, num valor em torno R$500 .000, 00). Em um rompante e despido de qualquer pudor burocrático, tascou mais R$89.000,00 na conta da cara-metade do presidente.
Nada mais justo, argumentou sua excelência maior, ao afirmar que o dito cujo depositante "apenas pagava um empréstimo de R$40.000,00..."
Como a esperança é quem morre por último e todo brasileiro é bonzinho, a gente mais humilde fica pensando o bate: quando é que "um mole desses vai cair na nossa conta?!"
Claro que muita água ainda vai rolar debaixo desta revelação exemplar de generosa alteridade e franco despojamento. Todavia, ainda bem que o exemplo não veio de "baixo" - como poderia parecer aos desavisados e fofoqueiros de plantão...E, do jeito que as coisas andam, ainda falta muita abertura para que a "safadinha " da "rachadinha" escancara todo o seu sorriso maroto...Aguardemos "em paz de criança dormindo" - como diria o poeta. Amém.
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