terça-feira, 24 de novembro de 2020

Centenas de candidatos com o rabo preso à Justiça

      Às vésperas do segundo turno das eleições municipais e a Justiça Eleitoral revela que mais 750 eleitos dependem de decisões judiciais para assumir os respectivos postos ou disputar vaga em regime de segundo turno.

     É assustador como as suspeitas (por enquanto) de falcatruas rondam os nossos políticos. Alguns com dezenas de anos de experiência; centenas ainda na primeira oportunidade em função escolhida pelo voto popular. Entre os diversos Estados do país,  10 cidades vão para o segundo turno com candidatos ao posto de prefeito ainda dependurado, literalmente,  nas asas da Justiça.

     Como as situações desses candidatos "podres" eram conhecidas antes do primeiro turno das eleições, pode-se calcular a responsabilidade tanto por parte dos candidatos, quanto dos próprios eleitores que os elegeram.

É um caso típico de "Cultura da má politica" , pois disseminada na sociedade brasileira.


BOLSONARO INSISTE EM NEGAR DEVASTACAO DAS FLORESTAS DO PAÍS  

      Montado no escabroso discurso de negação da realidade, nosso Messias na presidência manteve o conhecido ato retórico de chamar de mentirosos os países que manifestaram reservas quanto aos compromissos "oficiais" de preservação da flora no Brasil.

     A nova versão da velha mentira foi o destaque do discurso que fez, no último dia 22, na Cúpula do G20 - que reúne países estratégicos dos negócios internacionais.

     Naturalmente, não se trata de novidade, exceto o destaque do local e do público envolvido no evento.Sua excelência chegou a assegurar:

     - Tenho orgulho de apresentar esses números (positivos - inventados) , que revelam o elevado nível de preservação.

    Quem acompanha os meios de comunicação de massa ficou sabendo que, em outubro, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais revelaram que o índice das queimadas na região amazônica já eram superiores aos do ano inteiro de 2019. Foram 89.734 , contra 87.176 em todo o ano anterior.

Mas a língua do "nosso chefe em Brasilia" continua exercitando-se no campo da fantasia e da mentira. Até quando?!

domingo, 22 de novembro de 2020

‘No Brasil não existe racismo’

     Na véspera do dia da " No Consciência Negra", o Vice-Presidente da República declarou, com todas as letras e no contexto mais preciso, que "NO Brasil não existe racismo". E comparou com o que viu nos EUA, por dois anos.

     Essa proximidade com os Bolsonaros é,  compulsoriamente, contagiante. Ele nega as intensas queimadas, nega o perigo da covid, nega o desamparo da Educação...enfim, o homem é o Trump "cuspido   escarrado". E seu substituto legal e imediato toca na mesma flauta de negação da evidencia. Concordamos que a passagem por um país estranho nos faz sensíveis a determinadas observações que mal percebemos em nossa pátria. Pode acontecer.

Mas os casos de racismo ,aqui, são frequentes e tem sido uma pauta diaria em qualquer ambiente. Não enxergar tamanho volume e variedade desses desmando ostensivos no Brasil é a confissão, assinada, de que a coisa está tão entranhada que sua excelência nem nota. Só percebe quando sai da rotina...A visão de sua excelência só não esteve pior do que a dos policiais que mataram um negro numa sessão espantosa de covardia e discrinacao ostensiva logo a seguir, no Rio Grande do Sul.     

     João Alberto Siveira Freitas, de 40 anos, foi espancado até a morte, por dois seguranças brancos, em Porto Alegre, nas dependências do Carrefour.O pretexto para o massacre racista foi um desentendimento da vítima com um funcionário do supermercado. Imagens mostram que os covardes recorreram aos joelhos nas costas da vítima para matá-lo. A mulher direitas percebeu a situação crítica e tentou interferir, mas a prepotência do covardes não permitiu. Um dos criminosos é policial militar, no horário de serviço- como se matar fizesse parte de sua tarefa.

     Como conhecemos o "rigor" da nossa polícia e da justiça que nos "ampara", o fecho do caso tem tudo para cair na vala comum das coisas esquecidas e só incrementara as estatísticas. Nos EUA, George Floyd, em maio, também foi vítima de um asfixiamento similar. Lá a população fez um grande reboliço,  mas aqui a reação será,  apenas, de pasmo, quando muito. 

    Será que um dia, na terra de Cabral , "vidas negras importarão "?!?  Está difícil de acreditar e, maus ainda, de acreditar, pois estava sob as ordens de mandatário que se vangloria da maciez e é exibe a mentira como única arma de contestação do que não tem competência nem autoridade para mandar fazer direito.

    Novamente o Vice-Presidente se apressou em negar o crime: Não vejo racismo no crime...O presidente da (s)Fundação Palmares não enxergou ali as evidências do racismo estrutural. A gente fica sem saber se impõe aos nossos representantes exame de consciência, leitura de jornais ou, simplesmente, exame de vista. Alguma iniciativa precisa ser tomada, com urgência. A corja que deveria cuidar da ordem social está comprometida com seu sossego, apenas. 

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terça-feira, 17 de novembro de 2020

Justiça impõe censura à Folha de São Paulo, jornal mais lido do país

    No último dia 11, o juiz eleitoral Marco Antonio Martin determinou que não fosse publicado o resultado da pesquisa sobre as corridas eleitorais no Brasil. Desde a publicação  da Constituição de 1988, nenhuma censura desse padrão foi em frente. A pesquisa Datafolha foi vista, por sua excelência, como "em desacordo com a legislação e a jurisprudência eleitoral do Paus".

     O juiz até citou os "delitos" cometidos pelo Grupo Folha, como "A ausência das ponderações dos entrevistados quanto ao nível econômico; irregular fusão de estratos quanto ao grau de instrução dos entrevistados , assim como simulação tendenciosa de segundo turno".


     A intimidação pela censura ataca fórmula de pesquisa que é  adotada há 35 anos. O posicionamento do juiz ocorreu, a pedido de candidato eleitoral que está em queda França nas pesquisas.


     A Associação Nacional de Jornais protestou "contra o ataque aos direitos do eleitor. Um ataque antidemocratico".


     Curiosamente e de forma esperada,  o pedido de interdição partiu do candidato Russomano, de São Paulo, apoiado pelo presidente da República. O cara está com 47% de rejeição nas  intenções de voto.


     O grau de subjetivismo do juiz é  uma denúncia contra o famoso princípio da isenção da Justiça, com maiúscula.


     Já o honestíssimo Presidente da República afirmou que "A pesquisa é uma arma para quem tem recursos". Ele acrescentou que o mesmo grupo de pesquisa havia errado contra ele nas eleições de 2018. Na verdade elas diziam que Bolsonaro tinha 55% das intenções de votos...Apurados todos os votos , o "mito" ficou com 55.13% ... confirmando os resultados da pesquisa.

Portanto, sua excelência foi autor de mais uma mentira...Não passa dia sem  essas negações do real, por parte do  "homem do Palácio da Alvorada".


    E nós,  pobres.mortais, temos que dormir com esses ataques sistemáticos à Verdade. Até quando?!

sábado, 14 de novembro de 2020

Um presidente piadista que não foi eleito para ‘tanto’

     Nosso primeiro "nome" na hierarquia republicana parece que ainda não entendeu a que veio. Desde o início desfecho mentiras deslavada, posicionamentos preconceituosos, puxações de saco no Trump, difamação da China, ameaças de porrada em que ousa fazer-lhe perguntas...E assim têm transcorrido os mais 700 dias de "presidência" (?). 


    Nesta semana extrapolou, com a interferência na produção da vacina antivírus,  sob o pretexto de impor uma "dura" no processo de pesquisa,  após a morte de um voluntário nas experiências que estavam consagrando os resultados. Inicialmente sua excelência se vangloriiu de ter ganho uma "causa" contra um inimigo político, de São Paulo. Depois determinou que a ANVISA impedisse a continuidade das pesquisas, pelo peso de um "evento negativo". Mesmo sabendo que a morte do voluntário da pesquisa havia sido um suicídio - portanto, sem qualquer implicação negativa sobre os efeitos da vacina - por dois dias foi atrasado o procedimento investigativo. Tudo coerente com o criminoso investimento da "autoridade" na desqualificação da doença como uma "gripezinha" que já atingira maus de 5.600.000 cidadãos dessa "terra de Santa Cruz" - tão "desadministrada" por um "mico paraquedista" que se julga "mito" .


      Como o velho ditado assegura que "há males que vêm para o Bem", acendamos todas as velas da Esperança, esperando que nossas Cortes jurídicas e da justiça levem adiante os diversos processos de "impedimento" que, até hoje,  têm sido embarcados nessas instâncias capacitadas para demover o lixo que preside a Nação. 

Ele mesmo não se cansa de balançar a bandeira de "Deus acima de Tudo"? Pois que se realize esse desejo explícito de sua "eminência parda e mal-cheirosa", só movida pelo ódio. Ah, sim, ele tem o notório e cego  apego exclusuvo por membros de sua família é amigos, apenas. Acima de tudo que se faça a Justiça.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Mais uma bolsonarice, no estilo de Trump

     Os jornais Estado de S. PAULO e O GLOBO revelaram segunda e terça-feira que o nosso "mito" cometeu mais uma gafe "federal": 

"Para alcançar o objetivo de obter o controle de 100% das ONGS que atuam na Região Amazonica" "até 2022"...define ações setoriais, como a criação de um "Marco Regulatório" para censurar pensamentos sobre o "pulmão do Mundo" , como é conhecida a Amazônia. 

     Seria esperar muito que "nossa excelência presidencial" entendesse o que isso quer dizer e de que forma. Ele apenas quer demonstrar que "está cuidando atentamente da Amazônia" - naturalmente, sem desconfiar que as ONGs têm um papel essencial ao fazerem pressão contra os incêndios e as concessões a grandes proprietários que morrem de rir quando se fala em              "preservar. A reação desse timeco é rir dessas ideias  "do estrangero" - como costumam dizer , já que a Língua Portuguesa também é um "lixo" para essa patota e os políticos que os apoiam e com quem tramam "rachadinhas" de todos os formatos, cores e gêneros sexuais, para falar francamente.

     Planos, propósitos nem prazos para cuidar do desmonte do "pulmão do Paneta" não fazem parte da agenda do nosso "presidente" nem do "ministro"(?!?) do Meio Ambiente. Este, então só cuida da "boiada" com que ameaçou administrar a região mais requintada da Terra. 

     Como insistimos, se o tal Deus se sabe "brasileiro" deve estar de férias ou dormindo, há tempos. Desconfia-se que tenha tomado um porre do vinho mais sagrado que existe. Aqui de baixo, esperamos que a ressaca passe e venha nos socorrer, "pelo amir de Deus". ( QUE uma chantagenzinha serve até para o Altiiiiissimo reparar em nossas perdas e no ódio ao bem comum que rege a "governança " verde-e-amarela. Amém. 

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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Evento ‘adverso’ suspende pesquisa da vacina

      Enquanto o mundo ficava eufórico com o estágio da pesquisa, pela Pfizer, da vacina contra o corona, no Brasil a ANVISA , inadvertida e justamente, suspendeu as pesquisas a pretexto da morte de um cidadão que compunha o campo da pesquisa. Não adiantou a informação, pela chefia da pesquisa, de que a causa da morte nada tinha a ver com a vacina. 


   Enquanto isso, o "mito de barro" comentou que ele havia ganho "uma" queda de braço contra a vacina...O medíocre "chefe", além de já haver vinculado a  vacina à  cor "vermelha" e ao regime "comunista". Foi uma manifestação de egoísmo e irresponsabilidade, por haver tratado a questão da vacina como algo de cunho "politico". Assim, além de "sua majestade" haver minimizado a doença,  sistematicamente, está envidando todos os esforços para esvaziar a concentração dos pesquisadores no desenvolvimento das pesquisas.Para quem tem memória curta ou uma adesão ideológica (apoio cínico...) as diabruras do nosso "mico" maior, é preciso lembrar que foi ele quem levantou a discussão "contra a obrigatoriedade das vacinas". Alegava a "liberdade e o direito individual e intransferível das escolhas" , garantidos pela Constituição de 1988.

A falta de "leitura", certamente, dificultou ao mestre da "turma do odio" o vislumbramento do que sejam os direitos individuais e os compromissos do cidadão do país com as iniciativas determinadas para um "corpi maior" - a comunidade do coletivo. 


     A torcida que podemos fazer é no sentido de que uma "luz" - nem precisa ser divina - permita ao "Messias" distinguir entre seus gostos e vontade pessoais e o bem comum. Com um pequeno esforço e muita boa vontade "sua santidade messiânica" verá a diferença entre o pessoal e o bem coletivo. Não precisará acender uma só velinha nem ofertar frango assado. Bastará ter a humildade de reconhecer o "óbvio  ululante" - como diria o saudoso jornalista brasileiro. Pois a esperança é a última que "morde". Amém.

Ministro da Educação na sombra do presidente. E só

    Enquanto a entidade Todos Pela Educação revela que, no Brasil, as desigualdades no campo da Educação se alargaram em 57,5% no periodo de 2015 a 2019 , o ministro da Educação vive correndo atrás do presidente da República - onde quer que ele vá.


     Faz quase quatro meses que Milton Ribeiro, ao invés de estar presente em eventos da Educação, ele tem sido companheiro inseparável de quase todos os eventos em que o Messias Bolsonaro aparece.


     O pastor, que ministro é, não tem divulgado, praticamente, qualquer projeto que mostre algum interesse ou benefício ao seu domínio, a Educação. Viagens e agendas do presidente do país. Desde julho, sua excelência tem ficado mudo sobre seu ministério e se convertido numa sombra que sobra do "mito" que se dizia  "amigo" de Trump - antes da derrota para o Joe Biden.


     Acontecimentos programados pelos ministérios do Meio-ambiente e Turismo têm merecido "imagens" do ministro ao lado do "chefe". Em Fernando de Noronha, por exemplo, ele passou horas vendo paisagens, colado ao Messias, e, para disfarçar, ficou 45 minutos, vistoriando/distraido, uma escola local, de improviso.

Eventos de cunho militar, de artes (música) e do campo da habitação. Não tem sido visto em nada da Educação.


    Essa a versão do titular "educacional" revela um parco interesse pelos objetivos, projetos e eventos  pertinentes ao educar. No fundo Milton Ribeiro só está se fazendo notar ao lado de seu ídolo,  como quem o homenageia, numa espécie de consagração do clássico "cordão dos puxa-sacos".Enquanto isso , seu ministério desconhece o seu chefe e permanece na sombra da pauta de ações do país. Como um vestibulando que se recusa a frequentar as aulas e fica no pátio da Universidade desfilando sua "gloria"  de ter mudado de "status". A infantilidade e o ódio dos que pensam diferente têm dado o destaque que constitui a única marca deste governo. Então, parece pensar o ministro, "educar por que"? Basta desfilar com o "Messias"...

Esse tal de Pedro Álvares Cabral deve edtar se retorcendo ni túmulo.  E a Educação fica, ali, abandonada no berço, prometendo crescer. Acorda, ministro!

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Prefeito do Rio quer que a cidade se suicide ...

    Somente a intenção de induzir à morte o povo carioca explica a decisão do prefeito Crivella: liberou "geral" as atividades sociais, abolindo - explicitamente - o princípio do "distanciamento social".


     Enquanto a crise da saúde continua e, em paises mais disciplinados, vemos a rapuda retomada do massacre pelo coronavirus (segunda onda), sua  excelência liberou, no dia 3 de novembro, TODAS AS ATIVIDADES DA ECONOMIA, com os acanhados e descontrolados "protocolos sanitários".


     Para os bares, as casas de festas e as boates abriu as pistas de dança...Em relação aos restaurantes, reduziu o distanciamento social e permitiu o  "self-service". Nas praias, foram liberadas também as atividades nas areias que - sabidamente - aproximam as pessoas.


     No discurso de "liberação geral" , o prefeito assegurou que a "Cidade Maravilhosa" adquiriu o que ele designou como "estado de imunidade de rebanho".


    Essa "imunidade de rebanho" é uma infeliz expressão,  claramente bovina, que uns poucos  engraçadinhos da sociologia e da medicina aplicam aos padrões de saúde pública quando se referem ao índice que aponta  desenvolvimento de anticorpos para o vírus Covid-19 de, praticamente, TODA A POPULAÇÃO...


    O argumento inicial CONTRA essa "verdade" é a total ausência de pesquisas, sérias e abrangentes, capazes de identificar,  CIENTIFICAMENTE, a instalação desse quadro de 'imunidade de rebanho", alegado. 


      Evidências dessa "mentira oficial": 

a) Na cidade não se fez um trabalho de vacinação que abrangerá "toda a manada". Voce foi obrigado a se vacinar ou teve, ao menos, acesso razoável à vacina?!

b) Houve um discurso sistemático e eficaz da "autoridade" , no sentido de conscientizar as massa da necessidade de se proteger e tomar medidas defensivas contra o vírus.

c) Não chegou a haver paralisação no comércio nem na indústria- como a OMS recomendou.

d) O próprio "distanciamento social", tai falado, não foi o que se viu na cidade, tanto na Zona Norte, quanto nas demais  "comunidades", especialmente.

e) O quadro de mortes e infecções não zerou; a cidade do Rio de Janeiro chegou a 120 mil casos de contaminados registrados  

- fora os não-percebidos pela saúde publica; 12.150 já morreram - também segundo a versão oficial, pouco afeita à precisão científica nas verificações.

f) Precipitadamente, já estão DESMONTANDO "hospitais de campanha".

Alguém da prefeitura chegou a declarar:" Hoje temos absoluta segurança ao dizer que temos leitos para todos e estamos preparados para O QUE QUER QUE ACONTEÇA..."

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Um ‘ministro’ que o governo e a ‘justiça’ não deixam cair

      O Ministério Público Federal já se definiu, há tempos, sobre a necessidade da saída do "ministro de passar a boiada". Nas palavras do Ministério,  "ele age com dolo (má intenção) e calculadamente contra o ambiente".

     A Justiça, dominada por "bolsonarista de carteirinha", tem resistido à solicitação de impedir o ministro de ocupar o cargo. Exemplos: 

a) houve demora no ato de citar o Salles;

b) aconteceu  distribuição errada de um recurso, indo para um setor inadequado;

c) um julgamento marcado foi postergada, pela interferência de advogados da parte acusada.

d) Houve até contestação, por parte da Corregedoria do MPF...

     

     Na verdade, A cada 23 dias, o MPF tentou tirar o ministro do cargo e a justiça bloqueou o fluxo do processo. Uma dúzia de Procuradoes já propuseram, em 6 de julho, "ação de improbidade administrativa" contra o monstro da boiada. E nada anda. 


     São recursos encima de recursos; até para Santa Catarina "desviaram"  o envio de um dos recursos que era de Brasília...

Por outro lado, os Procuradores recorreram à Segunda Instância,  enfrentando a decisão da justiça de "garantir a estabilidade do ministro do Ambiente".


     O derradeiro ato, nesse drama macabro, foi um agravo, protocolado no TRF da Primeira Região, na semana passada, contra um "Não enxergamento" do juiz federal, Márcio de França, de uma prova cabal apresentada.


     Parece que a estratégia agora é marcar o último recurso para o acolhimento de outra Desembargadora, não o enrolados habitual.

Pensando bem, todas as forças jurídicas estão submetidas aos prazeres inconstitucionais de "boiadeiro" de má fé. E que o meio ambiente se lixe...

domingo, 1 de novembro de 2020

Uma tradução que alterou o sentido do original: ‘A revolução dos bichos’

      Os leitores que dominam o Inglês já devem ter percebido a grande diferença "ideológica" entre a versão brasileira - e só ela - e o texto original do autor de "ANIMAL FARM",  o famoso George Orwell, britânico. Sustentada pelo Instituto de Pesquisa Social (IPES), a versão em  nossa língua introduziu-se forçadamente -lugares-comuns da propaganda de ódio ao Comunismo - insistindo: que não estava nem está no original.  A interferência brasileira nessa obra teve início e razão de ser no clima que precedeu a Ditadura Militar, de 1964.

     Um   sintoma  evidencia a escolha do tradutor: Tenente Heitor A. Ferreira. O  futuro Capitão era , simplesmente, o secretário do general Golbery do Couto  e Silva...que foi quem inventou o célebre SNI - Serviço Nacional de Informações,  logo reconhecido como a referência máxima das ações de todos os torturadores, assassinos e "desaparecimentos" de maus de 550 brasileiros, sem processos e sem julgamentos legais.


     Assim se explica o discurso primário, gratuito e preconceituoso que inseriu uma falsa e absurda "leitura" comunista na clássica obra do nada anticomunista George Orwell.


     Agora está se falando que algumas editoras vão produzir novas edições, com traduções mais fiéis ao original. Graças ao "domínio público " em que a obra entrará no primeiro dia de Janeiro próximo. 


    Espera-se que, agora, as versões nacionais sejam revistas e se fiscalizem as ideias originais. Afinal, não fará mais do que a obrigação. Até porque essa ojeriza anticomunista está mais cheia de teia de aranha que os  escombros da tal fala "revolução militar" de 64.