O nosso conhecido ministro "posto-ipiranga" propôs, seriamente, aumentar em 20% os impostos sobre a produção de livros para ajudar a governança do coitado do "seu" presidente a não estourar o teto de gastos...
Há pessoas que pensam com certas partes do corpo mais apropriadas para andar de bicicleta e, nas horas vagas, assentar em um vaso de banheiro. (Desculpem...mas não deu para resistir à tentação- melhor do que soltar um palavrão, espero).
Num país como o nosso, de baixíssimo índice de leitura - por isso fácil de se vender produtos falsos para doenças verdadeiras - qual a lógica ou a conveniência possível em aumentar os custos do livro? Vai-se salvar o país do rombo provocado pelo investimento em hidroxicloroquina? Ou estaremos o estado brasileiro dos R$9 bilhões que se pretende investir "em reforço à Segurança Nacional" - desculpa para contratar maus e mais soldados para "defender nossas fronteiras"?! Ou apenas para aumentar o soldo dos ex-colegas, já que sua eminência foi expulso do Exército e precisa "fazer uma média" para ficar "bem na foto" afetiva dos "ex-coleguinhas?
O velho ditado já preço preconizava que "Andar para trás não adianta", mas tem gente graúda que pensa com o acento do banheiro na cabeça e acha que desfila com uma coroa cravejada de inteligência.
Para onde estamos sendo "conduzidos"?!?
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