Depois do que se viu no país, decorrer sofrido de instalação da epidemia do corona, nem dá para estranhar mais a afirmação da primeira autoridade administrativa do Brasil.
Claro que não teve coragem de repetir sua vocação para a morte agora. Foi dito em campanha, ainda, no ano de 2017.
Num país com memória tão fraca quanto o nosso, é de bom tom mexer nas posições externadas pelos nossos donos da verdade. O curioso é que muita gente - aparentemente de bom coração, acredita-se, piamente - torcia tanto pela edificação do "mito" (Que acabaria com a "velha politica"...) que deixava de ouvir a real e orgulhosa afirmação da real vocação do candidato. Ele foi honesto:
- Sou capitão do Exército. A minha especialidade é MATAR. NAO É CURAR NINGUÉM.
Agora, só nos resta relacionar os mais de 100.000 mortos pela praga, controlada por muitos países, e a fala profética e antecipada do dito "mito".
Dói ... Mas é o que temos no cardápio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário