terça-feira, 11 de agosto de 2020

“Sou capitão do Exército, minha especialidade é matar. Não é curar ninguém”

Depois do que se viu no país, decorrer sofrido de instalação da epidemia do corona, nem dá para estranhar mais a afirmação da primeira autoridade administrativa do Brasil. 


Claro que não teve coragem de repetir sua vocação para a morte agora. Foi dito em campanha, ainda, no ano de 2017.


Num país com memória tão fraca quanto o nosso, é de bom tom mexer nas posições externadas pelos nossos donos da verdade. O curioso é que muita gente - aparentemente de bom coração, acredita-se, piamente - torcia tanto pela edificação do "mito" (Que acabaria com a "velha politica"...) que deixava de ouvir a real e orgulhosa afirmação da real vocação do candidato. Ele foi honesto: 

- Sou capitão do Exército. A minha especialidade é MATAR. NAO É CURAR NINGUÉM. 


Agora, só nos resta relacionar os mais de 100.000 mortos pela praga, controlada por muitos países, e a fala profética e antecipada do dito "mito".

Dói ... Mas é o que temos no cardápio. 

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