terça-feira, 25 de agosto de 2020

Uma flor venenosa ...

Está nos jornais: a deputada Federal Flordelis dos Santos foi apontada como mandante do assassinato do marido dela, Anderson do Carmo, 42 anos, pastor evangélico. 

Quem assegura a autoria da sordidez desumana é o delegado Allan Duaŕte, da delegacia de Homicídios de Niterói, Marica, São Gonçalo e Itaboraí.

Detalhes do crime são sinal de contumacia e determinação: por dois anos  a cantora "evangélica" (como?) tentou liquidar a vida do "companheiro", usando o envenenamento com arnica. Agora a morte chegou com mais de 30 tiros, a queima-roupa e em casa , em junho de 2019.


     Sabe-se, agora, que a "fina flor" tentara outras duas vezes acabar com aquele vida, simulando um assalto que falhou por causa de um carona imprevisto e, em outra ocasião, numa saída da igreja...E uma troca de carros, na última hora, frustrara os planos.


Consumado o crime, o advogado da Santa esposa a defendeu: Ela é inocente, pois é cantora gospel, líder religiosa, parlamentar Federal e mãe de mais de 50 filhos...


E a Flordelis é quem dera  a mais plausível explicação para o ato de "bondade":

- Separar dele não posso, porque se não  ia escandalizar o nome de Deus...


     Pergunta que não quer calar: Assassinar seria menos ofensivo a Deus?!?


     Quanto mais registramos certos compoŕtamentos humanos, mais admiramos os cachorros, os fatos, até os pernilongos...

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