segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Um procurador geral da República que só se alinha ao seu chefe...

     Sua Eminência, o nosso Procurador Geral da República, Augusto Aras, acaba de fazer um aninho no cargo, neste mês.  Levantamento de suas decisões revela uma "vontade enorme" de agradar, agradecer a indicação para o posto mais elevado de sua vida. 

     

    Excetuando uma vez, em que Bolsonaro editou uma medida provisória instituindo o "contrato de trabalho Verde e Amarelo"...Aras, corajosamente, pediu a "invalidação" de quase dois trechinhos do texto - o dito Procurador Geral da República, sintomática e sistematicamente, se alinhou "por mais de 30 vezes ao Governo" (Folha de S.P.28.9.2020.p.1 e A13)


     Não se pode esquecer que Aras chegou ao posto "republicano", diga-se, de modo pouco republicano, pois o presidente Messias não seguiu a tradicional e democrática "lista triplice" para nomear o Augusto para a chefia de tão "aberto" lugar de liderança e decisão.


     Evidentemente, a Sociedade estranhou a excessao feita pelo  "mito", mas aguardava um padrão menos puxa-saco, com toda a certeza. E se decepcionou.

A adesão ao padrão foi um ato contínuo, com uma única excessão  - já citada.

Corajoso cidadão esse nosso Augusto...literalmente, era no terreno dos amores do Chefe - só nele, insistimos - e aguarda o troco: ser reconduzido por mais um ano. Qual o sintoma de que está certo no palpite?  Bolsonaro já adiantou que Aras "entra fortemente na disputa por vaga no STF (Superior Tribunal Federal).

Como diriam os mineiros, morrendo de inveja, junto aos demais concorrentes ao posto: Aras ara de vento em popa...E a sociedade? Com o dedo na boca. Tolinha.

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