quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Seguindo na toada do ‘quanto pior, melhor’

A gente fica se perguntando onde é o final do pico "homérico " onde estamos sendo "ejaculados" - com perdão da palavra - nesse obsessivo e diário mergulho  do país num destino implacável da submersão.


Agora teremos, a cuidar das doenças  contagiosas, ao invés de um infectologista, um...VETERINÁRIO.  Isso mesmo, com absolutamente todas as letras e consequências inevitáveis de quem enxerga tudo por um ponto de vista necessariamente VETERINÁRIO. Pois assim é  como programamos nossas cabeças. Qualquer semianalfabeto - talvez não os de Brsilia, claro - sabe a maneira "viciada", por assim dizer, de pensar e estabelecer metas , propósitos, que caracteriza todo aquele que abraça  uma profissão. E os estudos em nível superior, como se espera de um bom veterinário, acentuam essa "deformação" do olhaŕ, do pensar e do agir; para o bem dos animais. Mas seria uma alternativa pelo menos neutra ou decente de quem se propõe a cuidar da saúde desse animal - levemente mais complexo e impudentemente mais frágil- supostamente situado numa  escala superior...Superior a que? A quem? Evidentemente que não  estamos falando do digníssimo "escalão superior" que nos desgoverna. Esse se entende às mil maravilhas com as espécies "rachadísticas" do time pontificado pelo Santo e famoso Fabrício Queiroz. Amém. 

E que todos nós possamos nos livrar desse pesadelo e de seus desmandos  - o mais rápido que Papai do Céu puder...

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