Pesquisas divulgadas hoje sobre a composição das unidades etárias que integram as comunidades urbanas, no Brasil, revelaram que os "idosos" (60 anos ou mais) são o segmento que mais cresce nesse bolo denominado "população".
Um indício desse panorama é a quantidade de idosos que continuam trabalhando - na ativa, portanto. Por mais que as condições assistenciais permitam a aposentadoria, após certo tempo de trabalho, inúmeros trabalhadores "habilitados" para o "encostamento" no sistema de assistência , resistem e não querem "baixar a guarda" : ficam na labuta.
A opção por trabalhar mais é apenas uma resposta honrosa, digamos assim, da competência do próprio sistema Nacional que apoia aqueles que trabalham. Evidentemente, as evoluções no campo da saúde tem sido decisivas na sustentação da qualidade de vida por mais tempo. É isso é de âmbito planetário - com algumas exceções em localidades mais isoladas.
O expressivo percentual de idosos na composição da sociedade também está vinculada à expansão da influência maior da Educação. Ela ensina melhores hábitos, além de esclarecer diversos "nos" (acento) sociais, permitindo que o cidadão os encare com clareza e armas adequadas. Sem a educação, muitos preconceitos inibiriam o progressivo avanço de cada trabalhador/cidadão, limitando suas escolhas tanto na formação quanto na escolha profissional. Entre esses esclarecimentos que a escola promove, estão os relativos a gênero/trabalho, pois há travas inexplicáveis para inibir muitas carreiras. Outro bloqueio , cuja resistência começa a ser derrubada pela educação, é a relativa à raça. Se a escola não iniciar o combate racional, a discriminação vai continuar crescente, por acomodamento.
Outra vantagem da crescente influência da faixa de mais idade, nos destinos das diversas comunidades, é a clara predominância da moderação nas decisões e nas expressões do modo de pensar. Naturalmente, numerosas divergências existem sobre tal assertiva; há idosos com a faca e o coração na mao; até engrossando o "cordão do ódio " a qualquer pensamento divergente.Viu-se isso na distribuição de "fake news", quando formam a maioria. Mas o lucro com o bom-senso é bem maior. Compensa.
Ficamos assim: queiramos ou não, cada vez mais estaremos dividindo responsabilidades trabalhistas e espaço na diversões com idosos - que cada vez mais revelam menores Sinais da verdadeira idade. No entanto, essa composição ou mistura social é positiva, na medida mesmo em que dá mais espaço para o racional e o comportamento humanamente mais reflexivo . Que venham os idosos...
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