terça-feira, 20 de outubro de 2020

EUA enredam Bolsonaro e a todos nós

     A menos de um mês para nossas eleições e a duas semanas mesmo processo na América do Norte, o Brasil assinou com esse país, dia 19/10, acordos (três) que visam "melhorar o intercâmbio bilateral de bens e serviços" entre os países.  No papel, as chamadas"boas práticas de bens e serviços" têm o propósito de "regular ações e combater a corrupção".

      Na verdade,  o acordo, em si , não é  ruim. Todavia, ele não tem potencial para produzir benefícios maiores para o Brasil. Pode gerar facilidades; "não oportunidades novas" - de acordo com Welber Barral, ex-secretario de Comércio Exterior. Ele cria o Global Entry, acesso sem filas filas nos aeroportos, e "normas de certificação mútuas" . Claro, os empresários vão ganhar tempo nos aeroportos dos EUA. Trata-se de um acordo diferente do que houve entre o Mercosul e a União Europeia, pois lá houve abertura de novos mercados, além de reduzir algumas tarifas. Em verdade, aqui, na terra de Cabral, aumento, mesmo, do Comércio...é  fantasia eleitoreira de ambos os lados dos " amigos presidentes" - como sugere nosso Messias.

O desembargador Kassio Marques vai ser "sabatinado" pela Comissão de Constituição e Justiça. Será meeeeeessssmo?

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