sábado, 24 de outubro de 2020

Gato é pioneiro

Deu nos jornais: um gato foi o primeiro não-racional a ser contaminado pelo vírus da covid-19 , nas terras brasileiras. Ao menos foi o que os cientistas puderam registrar. O animal é de Cuiabá,  Mato Grosso. Tudo indica que a transmissão para o bichano foi por uma família coñaminada, composta de um casal e uma criança pequena - que participaram de uma festa onde haviam outros já contaminados.


     Sabe-se que leões e tigres de um zoológico de Nova  York foram afetados pela doença. Lá, os não humanos se saíram, bem e facilmente, do virus matador de milhões de humanos.


     O noticiário impresso já divulgou outras contaminações de animais tanto na Espanha, quanto na Dinamarca e na Holanda - além dos EUA. Com essas experiências, aprendeu-se que as pessoas de fora das relações familiares precisam inibir contatos com os animais domésticos,  até, com os que estejam em cativeiro , pois foram os casos de tigres e leões. Os bichanos necessitam ficar restritos às  casas onde moram, como os cães; estes, ao passearem, precisam se aconchegarem mais aos donos e cuidarem para evitar outros contatos, até tentadores, enquanto a pandemia persistir.


     Uma recomendação óbvia: pela anatomia dos bichinhos e pela pouca aceitação "disciplinar" que costumam ter, não se deve impor máscaras a eles. Pois acabariam, também, se tornando focos de absorção de vírus ao fazer higiene ou ao guarda-las. 


    Evidentemente, no caso do contágio de um personagem familiar, o indivíduo precisará se isolar tanto dos demais familiares quanto dos animais domésticos. Afinal, praticamente ninguém, exceto doentes mentais, tem interesse em compartilhar o que está sendo denominado "mal do seculo". Os exemplos recentes na Europa e Oriente Médio revelam que a despedida desse vírus tem sido ilusória ou provisória, quando a sociedade relaxa demais e antes da hora segura. Fiquemos com as lições de Portugal, Itália, Inglaterra e , até dos Estados Unidos; o "até"tem sentido: candidato à reeleição, o mentiroso Trump acaba de negar a reinstalação no seu país- apesar das informações produzidas por entidades de respeito, científicas. Aliás,  este é um cenário negaciinista a que estamos acostumados no Brasil. Nosso Messias Bolsonaro tem se caracterizado por dizer NAO às evidências.  Só não enxerga as evidências do mal que essa atitude infantiloide, típica, faz ao país todo. Se enxerga, o mal é bem mais venenoso...



NOTA DE LAMENTAÇÃO:


Neste ano, os inimigos ou invejosos da "banda máxima" , The Beatles, estão comemorando o quinquagésimo ano de extinção  do mais célebre grupo musical do planeta. Os estudiosos apontam como  primeiro elemento causador da dispersão dos gênios, foi a "agregação" do ex-empresário dos Rolling Stones, o contador norte-americano Allen Klein, que se aproximou de John Lennon, em 1968, apesar das rejeições explícitas de Paul McCartney. 


     Logo que chegou, o contador afastou da banda velhos associados a ela. Adicionada à intervenção ao  relacionamento ruim entre McCartney e Lennon, a presença constante da "estrangeira" Yoko Ono nos estúdios de gravação implodiu a banda em 1970.

"Abbey Road" e " Let it be" foram as duas últimas gravações dos gênios...que continuam tocando em todo o Planeta de bom gosto.

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