sábado, 14 de novembro de 2020

Um presidente piadista que não foi eleito para ‘tanto’

     Nosso primeiro "nome" na hierarquia republicana parece que ainda não entendeu a que veio. Desde o início desfecho mentiras deslavada, posicionamentos preconceituosos, puxações de saco no Trump, difamação da China, ameaças de porrada em que ousa fazer-lhe perguntas...E assim têm transcorrido os mais 700 dias de "presidência" (?). 


    Nesta semana extrapolou, com a interferência na produção da vacina antivírus,  sob o pretexto de impor uma "dura" no processo de pesquisa,  após a morte de um voluntário nas experiências que estavam consagrando os resultados. Inicialmente sua excelência se vangloriiu de ter ganho uma "causa" contra um inimigo político, de São Paulo. Depois determinou que a ANVISA impedisse a continuidade das pesquisas, pelo peso de um "evento negativo". Mesmo sabendo que a morte do voluntário da pesquisa havia sido um suicídio - portanto, sem qualquer implicação negativa sobre os efeitos da vacina - por dois dias foi atrasado o procedimento investigativo. Tudo coerente com o criminoso investimento da "autoridade" na desqualificação da doença como uma "gripezinha" que já atingira maus de 5.600.000 cidadãos dessa "terra de Santa Cruz" - tão "desadministrada" por um "mico paraquedista" que se julga "mito" .


      Como o velho ditado assegura que "há males que vêm para o Bem", acendamos todas as velas da Esperança, esperando que nossas Cortes jurídicas e da justiça levem adiante os diversos processos de "impedimento" que, até hoje,  têm sido embarcados nessas instâncias capacitadas para demover o lixo que preside a Nação. 

Ele mesmo não se cansa de balançar a bandeira de "Deus acima de Tudo"? Pois que se realize esse desejo explícito de sua "eminência parda e mal-cheirosa", só movida pelo ódio. Ah, sim, ele tem o notório e cego  apego exclusuvo por membros de sua família é amigos, apenas. Acima de tudo que se faça a Justiça.

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