Enquanto a entidade Todos Pela Educação revela que, no Brasil, as desigualdades no campo da Educação se alargaram em 57,5% no periodo de 2015 a 2019 , o ministro da Educação vive correndo atrás do presidente da República - onde quer que ele vá.
Faz quase quatro meses que Milton Ribeiro, ao invés de estar presente em eventos da Educação, ele tem sido companheiro inseparável de quase todos os eventos em que o Messias Bolsonaro aparece.
O pastor, que ministro é, não tem divulgado, praticamente, qualquer projeto que mostre algum interesse ou benefício ao seu domínio, a Educação. Viagens e agendas do presidente do país. Desde julho, sua excelência tem ficado mudo sobre seu ministério e se convertido numa sombra que sobra do "mito" que se dizia "amigo" de Trump - antes da derrota para o Joe Biden.
Acontecimentos programados pelos ministérios do Meio-ambiente e Turismo têm merecido "imagens" do ministro ao lado do "chefe". Em Fernando de Noronha, por exemplo, ele passou horas vendo paisagens, colado ao Messias, e, para disfarçar, ficou 45 minutos, vistoriando/distraido, uma escola local, de improviso.
Eventos de cunho militar, de artes (música) e do campo da habitação. Não tem sido visto em nada da Educação.
Essa a versão do titular "educacional" revela um parco interesse pelos objetivos, projetos e eventos pertinentes ao educar. No fundo Milton Ribeiro só está se fazendo notar ao lado de seu ídolo, como quem o homenageia, numa espécie de consagração do clássico "cordão dos puxa-sacos".Enquanto isso , seu ministério desconhece o seu chefe e permanece na sombra da pauta de ações do país. Como um vestibulando que se recusa a frequentar as aulas e fica no pátio da Universidade desfilando sua "gloria" de ter mudado de "status". A infantilidade e o ódio dos que pensam diferente têm dado o destaque que constitui a única marca deste governo. Então, parece pensar o ministro, "educar por que"? Basta desfilar com o "Messias"...
Esse tal de Pedro Álvares Cabral deve edtar se retorcendo ni túmulo. E a Educação fica, ali, abandonada no berço, prometendo crescer. Acorda, ministro!
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