No último dia 11, o juiz eleitoral Marco Antonio Martin determinou que não fosse publicado o resultado da pesquisa sobre as corridas eleitorais no Brasil. Desde a publicação da Constituição de 1988, nenhuma censura desse padrão foi em frente. A pesquisa Datafolha foi vista, por sua excelência, como "em desacordo com a legislação e a jurisprudência eleitoral do Paus".
O juiz até citou os "delitos" cometidos pelo Grupo Folha, como "A ausência das ponderações dos entrevistados quanto ao nível econômico; irregular fusão de estratos quanto ao grau de instrução dos entrevistados , assim como simulação tendenciosa de segundo turno".
A intimidação pela censura ataca fórmula de pesquisa que é adotada há 35 anos. O posicionamento do juiz ocorreu, a pedido de candidato eleitoral que está em queda França nas pesquisas.
A Associação Nacional de Jornais protestou "contra o ataque aos direitos do eleitor. Um ataque antidemocratico".
Curiosamente e de forma esperada, o pedido de interdição partiu do candidato Russomano, de São Paulo, apoiado pelo presidente da República. O cara está com 47% de rejeição nas intenções de voto.
O grau de subjetivismo do juiz é uma denúncia contra o famoso princípio da isenção da Justiça, com maiúscula.
Já o honestíssimo Presidente da República afirmou que "A pesquisa é uma arma para quem tem recursos". Ele acrescentou que o mesmo grupo de pesquisa havia errado contra ele nas eleições de 2018. Na verdade elas diziam que Bolsonaro tinha 55% das intenções de votos...Apurados todos os votos , o "mito" ficou com 55.13% ... confirmando os resultados da pesquisa.
Portanto, sua excelência foi autor de mais uma mentira...Não passa dia sem essas negações do real, por parte do "homem do Palácio da Alvorada".
E nós, pobres.mortais, temos que dormir com esses ataques sistemáticos à Verdade. Até quando?!
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