segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Um ‘ministro’ que o governo e a ‘justiça’ não deixam cair

      O Ministério Público Federal já se definiu, há tempos, sobre a necessidade da saída do "ministro de passar a boiada". Nas palavras do Ministério,  "ele age com dolo (má intenção) e calculadamente contra o ambiente".

     A Justiça, dominada por "bolsonarista de carteirinha", tem resistido à solicitação de impedir o ministro de ocupar o cargo. Exemplos: 

a) houve demora no ato de citar o Salles;

b) aconteceu  distribuição errada de um recurso, indo para um setor inadequado;

c) um julgamento marcado foi postergada, pela interferência de advogados da parte acusada.

d) Houve até contestação, por parte da Corregedoria do MPF...

     

     Na verdade, A cada 23 dias, o MPF tentou tirar o ministro do cargo e a justiça bloqueou o fluxo do processo. Uma dúzia de Procuradoes já propuseram, em 6 de julho, "ação de improbidade administrativa" contra o monstro da boiada. E nada anda. 


     São recursos encima de recursos; até para Santa Catarina "desviaram"  o envio de um dos recursos que era de Brasília...

Por outro lado, os Procuradores recorreram à Segunda Instância,  enfrentando a decisão da justiça de "garantir a estabilidade do ministro do Ambiente".


     O derradeiro ato, nesse drama macabro, foi um agravo, protocolado no TRF da Primeira Região, na semana passada, contra um "Não enxergamento" do juiz federal, Márcio de França, de uma prova cabal apresentada.


     Parece que a estratégia agora é marcar o último recurso para o acolhimento de outra Desembargadora, não o enrolados habitual.

Pensando bem, todas as forças jurídicas estão submetidas aos prazeres inconstitucionais de "boiadeiro" de má fé. E que o meio ambiente se lixe...

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