Enquanto o mundo ficava eufórico com o estágio da pesquisa, pela Pfizer, da vacina contra o corona, no Brasil a ANVISA , inadvertida e justamente, suspendeu as pesquisas a pretexto da morte de um cidadão que compunha o campo da pesquisa. Não adiantou a informação, pela chefia da pesquisa, de que a causa da morte nada tinha a ver com a vacina.
Enquanto isso, o "mito de barro" comentou que ele havia ganho "uma" queda de braço contra a vacina...O medíocre "chefe", além de já haver vinculado a vacina à cor "vermelha" e ao regime "comunista". Foi uma manifestação de egoísmo e irresponsabilidade, por haver tratado a questão da vacina como algo de cunho "politico". Assim, além de "sua majestade" haver minimizado a doença, sistematicamente, está envidando todos os esforços para esvaziar a concentração dos pesquisadores no desenvolvimento das pesquisas.Para quem tem memória curta ou uma adesão ideológica (apoio cínico...) as diabruras do nosso "mico" maior, é preciso lembrar que foi ele quem levantou a discussão "contra a obrigatoriedade das vacinas". Alegava a "liberdade e o direito individual e intransferível das escolhas" , garantidos pela Constituição de 1988.
A falta de "leitura", certamente, dificultou ao mestre da "turma do odio" o vislumbramento do que sejam os direitos individuais e os compromissos do cidadão do país com as iniciativas determinadas para um "corpi maior" - a comunidade do coletivo.
A torcida que podemos fazer é no sentido de que uma "luz" - nem precisa ser divina - permita ao "Messias" distinguir entre seus gostos e vontade pessoais e o bem comum. Com um pequeno esforço e muita boa vontade "sua santidade messiânica" verá a diferença entre o pessoal e o bem coletivo. Não precisará acender uma só velinha nem ofertar frango assado. Bastará ter a humildade de reconhecer o "óbvio ululante" - como diria o saudoso jornalista brasileiro. Pois a esperança é a última que "morde". Amém.
Nenhum comentário:
Postar um comentário