quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Prefeito do Rio quer que a cidade se suicide ...

    Somente a intenção de induzir à morte o povo carioca explica a decisão do prefeito Crivella: liberou "geral" as atividades sociais, abolindo - explicitamente - o princípio do "distanciamento social".


     Enquanto a crise da saúde continua e, em paises mais disciplinados, vemos a rapuda retomada do massacre pelo coronavirus (segunda onda), sua  excelência liberou, no dia 3 de novembro, TODAS AS ATIVIDADES DA ECONOMIA, com os acanhados e descontrolados "protocolos sanitários".


     Para os bares, as casas de festas e as boates abriu as pistas de dança...Em relação aos restaurantes, reduziu o distanciamento social e permitiu o  "self-service". Nas praias, foram liberadas também as atividades nas areias que - sabidamente - aproximam as pessoas.


     No discurso de "liberação geral" , o prefeito assegurou que a "Cidade Maravilhosa" adquiriu o que ele designou como "estado de imunidade de rebanho".


    Essa "imunidade de rebanho" é uma infeliz expressão,  claramente bovina, que uns poucos  engraçadinhos da sociologia e da medicina aplicam aos padrões de saúde pública quando se referem ao índice que aponta  desenvolvimento de anticorpos para o vírus Covid-19 de, praticamente, TODA A POPULAÇÃO...


    O argumento inicial CONTRA essa "verdade" é a total ausência de pesquisas, sérias e abrangentes, capazes de identificar,  CIENTIFICAMENTE, a instalação desse quadro de 'imunidade de rebanho", alegado. 


      Evidências dessa "mentira oficial": 

a) Na cidade não se fez um trabalho de vacinação que abrangerá "toda a manada". Voce foi obrigado a se vacinar ou teve, ao menos, acesso razoável à vacina?!

b) Houve um discurso sistemático e eficaz da "autoridade" , no sentido de conscientizar as massa da necessidade de se proteger e tomar medidas defensivas contra o vírus.

c) Não chegou a haver paralisação no comércio nem na indústria- como a OMS recomendou.

d) O próprio "distanciamento social", tai falado, não foi o que se viu na cidade, tanto na Zona Norte, quanto nas demais  "comunidades", especialmente.

e) O quadro de mortes e infecções não zerou; a cidade do Rio de Janeiro chegou a 120 mil casos de contaminados registrados  

- fora os não-percebidos pela saúde publica; 12.150 já morreram - também segundo a versão oficial, pouco afeita à precisão científica nas verificações.

f) Precipitadamente, já estão DESMONTANDO "hospitais de campanha".

Alguém da prefeitura chegou a declarar:" Hoje temos absoluta segurança ao dizer que temos leitos para todos e estamos preparados para O QUE QUER QUE ACONTEÇA..."

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